A história do Cookman começa como outras tantas histórias. Não, não começa era uma vez...mas podia começar, só por acaso é que não começa. Começa na noite do crime. Não de um crime qualquer, ma sim do crime que criem que vai dar origem ao nosso herói e provavelmente deixar-lo com problemas psicológicos para o resto da sua vida. O que se acontece-se a outro qualquer era um problema, pois o mais provável era passar o resto dos seus dias num asilo. Mas isso já mais aconteceria a alguém chamado Bruce. Atenção não confundir com outros Bruces, este Bruce não tem nada haver com eles. Ou talvez tenha um pouco, mas para efeitos editoriais não o podemos admitir.
Voltamos então a noite em questão. Um jovem casal acompanhado pelo seu filho mais novo, e único filho, saem do seu restaurante de sopas preferido. Onde servem sopas de turbarão com alho e cebola, entre muitas outras, se não, não era considerado um restaurante de sopas.
O pequeno Bruce sai acompanhado com uma porção de sopa, que acolhe entre os braços, como se fosse o seu bem mais precioso. Quando do fundo do beco escuro. Não que o beco fosse escuro por si, Apenas o proprietário que tinha-se esquecido de pagar a conta da electricidade. Voltando ao fundo do beco, quando de la sai. Não sai de lá um criminoso que mata os seus pais, mas sim um gaivota em pleno voo em direcção a Bruce. Com um único o objectivo de lhe roubar a sopa. O pequeno Bruce luta ferozmente contra a gaivota para ver quem fica com a sopa. A batalha é feroz e ligeira, um demora mais de uns segundos para sopa ficar entornada no chão.
No calor da batalha o colar da mãe de Bruce foi rompido, e encontra-se agora despojado no chão, coberto de sopa. Porque nos avisamos que haviam semelhanças que nada tem a ver com quem pensam quem tem.(Motivos editoriais). Assim, fica o pequeno Bruce de caído de joelhos com os braços para os céus a jurar vingança,contra a sua primeira inimiga, a gaivota. Que mais tarde se veio a descobrir que era um macho. E a mãe a lamentar a perda de um colar novo.
Voltamos então a noite em questão. Um jovem casal acompanhado pelo seu filho mais novo, e único filho, saem do seu restaurante de sopas preferido. Onde servem sopas de turbarão com alho e cebola, entre muitas outras, se não, não era considerado um restaurante de sopas.
O pequeno Bruce sai acompanhado com uma porção de sopa, que acolhe entre os braços, como se fosse o seu bem mais precioso. Quando do fundo do beco escuro. Não que o beco fosse escuro por si, Apenas o proprietário que tinha-se esquecido de pagar a conta da electricidade. Voltando ao fundo do beco, quando de la sai. Não sai de lá um criminoso que mata os seus pais, mas sim um gaivota em pleno voo em direcção a Bruce. Com um único o objectivo de lhe roubar a sopa. O pequeno Bruce luta ferozmente contra a gaivota para ver quem fica com a sopa. A batalha é feroz e ligeira, um demora mais de uns segundos para sopa ficar entornada no chão.
No calor da batalha o colar da mãe de Bruce foi rompido, e encontra-se agora despojado no chão, coberto de sopa. Porque nos avisamos que haviam semelhanças que nada tem a ver com quem pensam quem tem.(Motivos editoriais). Assim, fica o pequeno Bruce de caído de joelhos com os braços para os céus a jurar vingança,contra a sua primeira inimiga, a gaivota. Que mais tarde se veio a descobrir que era um macho. E a mãe a lamentar a perda de um colar novo.
Parto-me a rir! Percebe-se uma forte ligação "avesca" (palavra nova, que criei agora e que deriva do substantivo "ave") entre a gaivota que entornara a sopa do Bruce e a outra identidade dele, o morcego. Ambos são aves, mas apenas uma delas é mamífera: o Bruce. Deve ser por isso que ele decidiu ser um morcego: para ir à caça desta gaivota e sugar cada gota do seu sangue --- como se fosse a sopa que ele nunca tomara.
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